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Contexto da Administração Tecnológica

Marketing e SEO – Clients

Olá Leitores!

Decidi continuar na mesma idéia do último post, para comentar um pouco mais a respeito dessa combinação que é no mínimo interessante. Hoje de manhã, estava eu lendo a respeito na Wikipédia a respeito da definição de SEO e acabei chegando no seguinte: “Otimização para sistemas de Busca (Search Engine Optimizers) é um conjunto de regras e métodos usados para melhorar o posicionamento (PageRank™) de websites na listagem de resultados das Máquinas de Busca e pode também ser considerado um subconjunto de regras para o marketing em sistemas de Busca”.

Como comentei no post anterior, a respeito da visão de marketing estratégico (bem resumida). Longe de mim querer ser simplista nesse assunto, entretanto, talvez seja o momento de observar a Web (plataforma Internet), como um ambiente de comunicação cada vez mais agressivo. No sentido de que os usuários vem encontrando locais comuns, ou seja, mesmo no “cyber espaço” as pessoas vem participando de pontos comuns, para encontrar o que buscam mantendo ao máximo sua privacidade quando possível. Óbviamente o primeiro nome que vem a cabeça seria o Orkut (o que é um ótimo exemplo), mas vamos um pouco além, sites como: Amazon, Submarino, Mercado Livre, Blogs corporativos (de forma geral), Fotologs, Youtube… são todos ótimos exemplos de como as pessoas procuram pelo que precisam, e muito mais do que isso, precisam saber da opinião das outras, por mais que sejam inicialmente desconhecidas.

A força do óbvio

No Brasil, temos uma situação antagônica, de um lado temos a pior e mais cara conexão de Internet do mundo (considerando o nosso tipo de conexão hoje seja ADSL, cabo ou rádio) , do outro temos a maior taxa de horas conectadas do mundo. Partindo disso, ainda temos aquela velha discussão que as pessoas vem deixando de viver pessoalmente e vivendo virtualmente, seria isso o tal do isolamento digital? Saindo da filosofia, vamos observar outros indícios mais interessantes, o brasileiro de uma forma geral fica na Internet por alguns motivos (que são bem comuns): trabalho, diversão e informação. Em cada usuário essa necessidade varia de usuário para usuário (lembrando de um tal Maslow), ou seja, há usuários que utilizam a rede por uma necessidade de segurança (considere isso como manter o seu trabalho), outros como sociabilização (considere como a vida “social” na rede) e alguns outros para única manutenção do status (considere como a relevância de um site sobre o outro).

Pirâmide de Maslow

Sem dúvida, isso é óbvio, mas é neste ponto que podemos gerar uma breve pergunta a respeito: “Mas como são e quem são os usuários da rede?” Essa é uma pergunta que o Google vem procurando responder a muito tempo, interpretando cada tipo de atitude e tendência dos usuários de Internet.

Mas vamos deixar por enquanto as visões de dominação do mundo de lado e vamos pensar de uma forma um pouco mais abrangente sobre o assunto. Essa é uma informação valiosa, pois com ela existem condições claras de como considerar que um dado/informação é relevante e principalmente o grau de influência num determinado indivíduo (customer behavior) e no grupo que este faz parte. Observando dessa forma, passando das observações técnicas (de linhas de código), temos que considerar que, um site não será o primeiro no chamado “PageRank” unicamente pelo motivo do site ser muito acessado, ou altamente atualizado, a partir de agora estamos falando de conteúdo, de dados e informações que sejam capazes realmente de gerar conhecimento e finalmente o que chamamos de inteligência competitiva no mundo dos negócios.

A Internet não é mais um veículo unilateral a muito tempo (vamos considerar desde de 1992), acontece que essa plataforma, hoje pode ser um veículo unificador e que vem se tornando um dos principais canais de marketing existente (acima de comunicação, estamos falando de interação).

Agora… quanto a um modelo de aplicação de Web e Marketing (existem muito mais do que banners e e-mails de propoaganda), é preciso pensar na solução completa, ou seja, Web como parte integrante do serviço para o processo de entrega da oferta (valor). Não apenas como canal, como vemos nas maiorias das aplicações. O desafio principal é encarar a web como uma oportunidade.

Qual o segredo?

Se existe uma fórmula mágica poderiamos simplesmente apresentar aqui. Mas a idéia é que, cada caso deverá ser feito o plano único de análise para compreender qual a melhor aplicação (concordo que acabei sendo óbvio novamente). Tenha em mente, antes de qualquer trabalho, qual é o objetivo, onde você precisa chegar, onde você quer chegar… Defina o que é mínimo, ideal e o que pode superar as espectativas. Além disso trabalhe com essas diretrizes (4 perguntas simples para iniciar a nossa tragetória)

  1. Como?
    Qual o limite de opções que possuo para iniciar o meu trabalho (financeira, competência, conhecimento, etc) e como pode-se superar cada uma dessas barreiras iniciais.
  2. O que?
    Se há um momento de brainstorm considere este. Toda idéia é muito bem vinda e toda a solução pode ser considerada como válida, atentando apenas aos limites acima mensionados. Só lembre-se de não reinventar a roda!
  3. Por quê?
    Alguns se esquecem da relevância e da hierarquia da informação. Procure filtrar o que realmente é interessante e que possa dar resultado. Esse é o momento de evitar erros.
  4. Pra quem?
    Considere tanto aquele que te paga o salário (se você estiver executando o serviço), como também aquele que vai usar o resultado final da sua atividade. O primeiro ficará feliz se o segundo estiver dando retorno

Guarde bem, essas são apenas diretivas para o início do trabalho. Ainda há muito mais além disso, mas podemos dizer que primeiramente compreendendo esses 4 princípios, já temos um bom caminho.

Espero que ajude aos interessados
Até a próxima ;)
Obrigado!

10, Maio 2007 - Publicado por Rodrigo Modena | Sem categoria | | Sem comentários ainda

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