Marketing na Internet
Olá leitores.
Nos últimos dias, fiquei pensando a respeito de uma série de siglas e nomes, como: SEO, Usabilidade, Web Marketing, Hotsite, E-mail marketing, etc… E ai que me ocorreu um fato.
E mais uma vez, estou vendo técnicas, formas de trabalho e aplicações, que poderiam parecer óbvias, mas que estão longe de ser tão somente simples ou meramente linhas e linhas de programação e/ou formatação. Para os que já trabalham na área, muita coisa já vem se tornando rotina em busca de melhores resultados. Uma consideração importante é que nessa semana passada, conversando com um dos parceiros fornecedores de serviço (Fábio Ricotta) comentou a respeito da divisão da visão de SEO (on-site e out-of-site) e que aqui no Brasil as atividades de SEO (out-of-site) ainda são pouco efetivas, por causa do próprio perfil dos usuários brasileiros (entre outros motivos). Isso acabou me chamando uma certa atenção, afinal um fato desses deixa claro que estamos começando a ter possíveis modelos de aplicação.
Isso só veio a confirmar um fatores claros que eu andava questionando nos últimos tempos! Toda essa fisolofia de trabalho estaria certamente cada vez mais vinculada as teorias de Marketing, devidamente aplicadas, sem a necessidade de alteração! E isso acabou por me dar um verdadeiro ponto novo de estudo. Observando aqui sobre as mesas os livros do Kotler e do Lovelock (Services Marketing), começa a ficar cada vez mais claro que o potencial (quando se fala em Internet) está ainda inexplorado. Algumas empresas já notaram tamanha capacidade (um ótimo exemplo é o Google, na sua versão Orkut), além disso, comece a observar a tendência natural do fluxo de ações das empresas de tecnologia e também das empresas de prestação de serviço.
Portanto, vamos fazer uma pequena análise aqui, para tentar levantar algumas possibilidades para discuções, vou utilizar o modelo de Dolan com as modificações do meu Professor de Marketing Fábio Fowler):
5C’s
Client (cliente)
Need: Segurança e socialização (informação como meio de comunicação seguro e rápido)
Want: Dados e informações que possam ser relevantes para uma decisão
Demand: Esse é o número mágico tão procurado, portanto, teremos que aprofundar em breve a respeito para encontrar essa resposta. Tempo: Ano de 2007 / Produto: Serviços de informação / Onde: GlobalCia and Competitors (cia e competidores)
Um momento para pensar, o que seria o competidor de um canal de comunicação como a Internet? Possivelmente, teremos que pensar de uma forma bem mais abrangente (metamarkets), assim teremos as seguintes possibilidades: TV, Rádio, Jornal, Revistas, etc! Mas observe também que esses mesmos competidores utilizam da plataforma Internet como suplemento de suas atividades.Context (contexto)
Político/Legal: a rede ainda continua sendo uma “terra” sem lei e sem donos, portanto um ambiente que é controlado unicamente pelos seus usuários (por favor não confundir isso com anarquismo ou qualquer outra linha política), o que podemos dizer é que a Internet é “apolítica”.
Ambiental: independe das condições climáticas, a rede pode perder contato temporarios com alguns de seus pontos, isso depende muito mais dos meios tecnicos utilizados do que exatamente das condições do ambiente.
Socio-cultural: aberta para todos os povos, portanto, não há necessidade de identificação! Já foi o tempo que a rede era destinada apenas aos “Nerds” ou pessoas que só entendiam de computador. Na era da informação, isso passou a ser requesito básico.
Tecnológico: auto sustentável e o maior canal de distribuição de conhecimento e informação entre todas as partes do mundo, utilizando das mais diversas formas de tecnologia viável e passando a ser cada vez mais exssencial.
Econômico: como a rede tem se tornado exssencial, e hoje em dia uma necessidade básica do individuo que a utiliza para obter desde informações até mesmo bens tangíveis, a Internet tende a ser um mercado de livre negociações, que não cobra por suas transações.
Demográfico: hoje a Internet é utilizada por todos os tipos de pessoas, em qualquer lugar, a qualquer hora. As “Lan Houses” são uma realidade. Ainda há o fator de sustentatibilidade do acesso, pois a rede ainda demanda dispositivos próprios para a sua conexão (computadores, modens, Handhelds, etc.)Colaborators (colaboradores)
É uma gama cada vez maiores de colaboradores da Internet, entretanto, hoje os seus usuários (pessoas comuns) são um dos maiores fomentadores de informações para a rede (observe a Wikipedia e o Orkut como exemplos). Os profissionais (de programadores a administradores de rede), continuam sendo os grandes “magos” responsáveis pela sustentabilidade da rede e para a criação de novos serviços.
Temos uma rede, que muda, se transforma, cresce e dilata, a cada dia. Uma potencialidade imensa de criar novos negócios e novas formas de negociação (exchange). Como diria o meu amigo Fabiano “Impressionante é a quantidade de idéias milhonárias, quando um administrador e um bacharel de computação se reúnem…” E o que tem isso a ver com o que acabei de colocar sobre essa visão simples dos 5C’s? Simples… É o momento de começar a gerar equipes que sejam capazes de aproveitar todo esse potencial dessa plataforma de trabalho e moldar novos serviços e produtos onde a técnica e a gestão possam se tornar um só, complementares. Não disse que será fácil! Mas se não houver um início, certamente vamos esperar alguns boas décadas até ver um novo “Google” surgindo.
Irei continuar um pouco com essa idéia nos próximos posts, só preciso estruturar um pouco mais a aplicação do marketing na Internet, de forma clara, e acredito eu que o caminho mais interessante, seja principalmente abordar o que é o SEO e seus resultados.
No mais, hora de ir embora!
Muito obrigado a todos
Cya
Papel e Dinheiro – Quanto Vale um Site (Última Parte)
Olá leitoras! Decide voltar depois de um bom tempo de “férias” voltei a escrever para poder terminar esse post de 3 partes e depois irei trabalhar uma nova linha dentro dos posts.
Até agora escrevi sobre os componentes de um site, mas no final disso tudo temos uma conseqüência o preço do site, na verdade a sa precificação.
Preço Simplificado
Não existe uma fórmula que vai se aplicar a todas condições, pois há diferentes níveis de complexidade que devem ser considerados em cada um dos casos que podemos trabalhar quando desenvolvemos um site. Entretanto, para simplificar (por favor, estamos simplificando), podemos considerar o preço a partir de premissas básicas que todo site sempre possui (generalizando):
- Layout (a criação do design do site)
- Conteúdo (a quantidade de texto que deverá existir dentro do site)
- Imagens (a quantidade de imagens que serão utilizadas/editadas para o site)
- Animação (a quantidade de efeitos animados flash e/ou gifs que serão utilizados)
- Interatividade (os sistemas que serão utilizados, considerando e-mail, administração, etc)
Com base nisso podemos dizer que o site poderá ser produzido, dado um valor unitário para cada um desses ítens multiplicado pela quantidade utilizada do recursos em específico.
Vantagens:
Simplifica o método de cálculo para qualquer pessoa seja capaz de utilizá-lo
Resposta rápida para qualquer alteração no meio do projeto
O cliente sabe exatamente pelo que ele está pagando e quanto ele deverá pagar (orçamento mais próimo a realidade)
Desvantagens:
Ignora todo o tipo de custo adicionado ao site
Não considera formas de manutenção do serviço
Aplicável para projetos de pequeno e médio porte
Preço por Projeto
Utilizar de teorias de custo e finanças é a melhor forma, e é nesse momento que administradores voltados para tecnologia tem o seu devido lugar, o que cabe a eles é entender claramente o tipo do projeto e levar em consideração a sensibilidade do cliente, qual é realmente a necessidade (pirâmide de Maslow por exemplo) e a partir dai considerar claramente os desejos do cliente em questão. Isso deverá estar alinhado claramente aos objetivos estratégicos da empresa, assim como nas suas atividades operacionais.
Tudo isso interligado, portanto nesse momento, saber, entender e agir sobre o Valor (value) do cliente acaba sendo um diferencial muito maior do que apenas a entrega do produto/serviço. Cabe ao administrador, entregar uma oferta de valor agregador que possua diferenciais sensíveis para o cliente e que o mesmo seja perceptível a ela.
Os conceitos agregados aqui, são de Marketing, Custos e Finanças que quando aplicadas em conjunto geram um resultado positivo para ambos os lados.
Vantagens:
Considera os custos (diretos e indiretos)
Observa o valor agregado na visão do cliente
Considera preço como consqüência do trabalho executado
Desvantanges:
Nesse caso eu não consider desvantagens, em todo caso podemos considerar uma dificuldade (e ao mesmo tempo um diferencial) que a equipe para o desenvolvimento do site, não pode ser unicamente formada por técnicos, mas que demanda a atenção de administradores, publicitários e jornalistas, que sejam capazes de notar e transformar a necessidade do cliente em um resultado contreto (projeto) e que o mesmo possa notar o valor agregado e pagar o preço real pelo serviço.
Conclusão
Portanto, precificar um site, não é apenas levar em consideração o valor que ele possui ou possuirá. Temos que considerar que o site é composto por cada uma de suas partes (componentes) e reconhecer o diferencial de cada uma assim como o desejo do cliente por cada uma delas.
Levar em consideração, mais uma vez, que a equipe multifuncional agrega resultado e que o desenvolvimento do site, não é apenas programação e sim um conjunto de conceitos e especialidades que dão o verdadeiro resultado. O que nos leva a pensar que um site deve ser cobrado pelo real preço que reflita o valor agregado que ele irá gerar para o cliente, sabendo aplicar esses conceitos e como parte de uma proposta maior, visando resultados concretos.
Hoje em dia, não existe mais espaço para sites que são apenas “espetáculos” de entrega de conteúdo, as pessoas procuram interagir e a ferramenta Web aplicada a isso, é um poderosos aplicativo na plataforma Internet que possuímos hoje.
Não existe mais site aplicado apenas para navegação!
Um site é uma ferramenta de comunicação e de entrega de informação relevante
onde clientes e fornecedores podem e devem interagir para
que sintam-se parte do valor agregado construído.
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